Sexta-feira, 21 de Dezembro de 2012

Capital Europeia da Cultura mudou o rosto e a alma da cidade

A Capital Europeia da Cultura Guimarães 2012 trouxe à cidade novos edifícios e a requalificação de símbolos vimaranenses, obras que não só mudaram o "rosto" da cidade, como lhe mudaram a "alma", dando a Guimarães um "novo fôlego".


 

O administrador da Fundação Cidade de Guimarães, Paulo Cruz, destacou algumas das intervenções da componente material de Guimarães 2012, como a Plataforma das Artes e da Criatividade, a requalificação do Largo do Toural, a reutilização da antiga fábrica têxtil Asa e o Instituto do Design, resultado da renovação de outros espaços fabris.

 

A menos de 48 horas da cerimónia de encerramento da Capital Europeia da Cultura Guimarães 2012, o balanço do ano aponta para mudanças de comportamento dos vimaranenses e marcas na cidade que vão perdurar.

 

"A cidade ganhou um fôlego. Inclusivamente ao nível da participação dos cidadãos que observamos em todos os projetos. Trouxe uma nova consciência, a de que as pessoas querem fazer parte dos projetos de decisão", afirmou.

 

Plataforma das Artes

 

Construiu-se a Plataforma das Artes e da Criatividade, uma obra com "várias intenções" e na qual se espera que "fervilhem ideias". Uma obra com um custo que rondou os 17 milhões de euros, e resultou numa "infraestrutura de grande dimensão eclética".

 

Esta, porém, é uma obra que vai além do edifício principal, uma vez que levou também à reabilitação do antigo Mercado de Guimarães que, adiantou Paulo Cruz, terá "um conjunto de espaços vocacionados para a incubação de atividades artísticas de jovens criadores que necessitem de ter um espaço onde possam desenvolver, testar a sua ideia de negócio".

 

No antigo mercado, haverá ainda lojas, uma livraria e uma cafetaria, prosseguindo-se, assim, o objetivo de que "as pessoas sejam ali levadas quase como iam no passado ao mercado" e que "se surpreendam e contactem com o processo criativo".

 

Espaço ASA

 

O Espaço Asa, instalado numa das maiores fábricas têxteis da história de Guimarães, desativada há sete anos, corporiza o "espírito" desta Capital Europeia da Cultura: "dar outra vida".

 

A Asa acolheu o Laboratório de Curadoria, em que se "debateram processos criativos e curatoriais contemporâneos" que, ao longo do ano, fizeram com que o espaço fosse "sofrendo mutações". O espaço acolheu exposições, salas de ensaios de artes performativas, de espetáculos e de criação.

 

"Todo este espaço se propiciou para experiências menos usuais. Foi um espaço de reflexão, de partilha de novas práticas artísticas", concluiu Paulo Cruz.

 

Reabilitação urbana

 

Guimarães 2012 trouxe também mudanças e renovação de velhos locais da cidade, como o Largo do Toural e a zona de Couros, onde se situa agora o Instituto do Design, em antigas fábricas de curtumes.

 

A renovação do Toural, que custou cerca de sete milhões de euros, foi uma das mais significativas intervenções da CEC.

 

"A renovação do Toural permitiu uma alteração de escala, mais adequada àquela fachada pombalina. Beneficiou a circulação pedonal, reduziu um pouco a presença do automóvel e, sobretudo, devolveu uma maior permeabilidade à zona da alameda", referiu.

 

Finalmente, apontou Paulo Cruz, a instalação do Instituto de Design em Couros, um investimento na ordem dos 8 milhões de euros, e um dos "exemplos de que a componente material não tratou apenas de renovar espaços para uma utilização efémera".

 

Neste contexto, autarquia e Universidade do Minho tiveram a "oportunidade" de criar "condições laboratoriais adequadas à instalação de um instituto", permitindo o trabalho conjunto de designers, empresas e investigadores.

 

"Mudou não só o rosto. Mudou também um bocadinho da alma da cidade. Este ano foi uma oportunidade de expandir os seus horizontes, de surpreender, de chocar, de permitir o desenvolvimento de projetos", concluiu Paulo Cruz.

 

Agência Lusa

publicado por Equipa SAPO às 11:27
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As polémicas da Capital Europeia da Cultura

Espetáculos, cinema, festas e praças cheias marcaram a Capital Europeia da Cultura Guimarães 2012, um evento único, também marcado por acusações de falta de pagamento a artistas, uma Casa da Memória vazia e um comandante da GNR destituído.



Guimarães 2012 foi também notícia pelo abandono dos artistas palestinianos do projeto Sarha por incumprimento da produtora contratada pela Fundação Cidade de Guimarães para a iniciativa, o Centro de Criação para o Teatro e Artes de Rua (CCTAR), também responsável pelos espetáculos dos La Fura dels Baus no evento.

 

As vozes mais críticas do projeto foram mesmo as de artistas que acusaram, e acusam, a Fundação Cidade de Guimarães de não lhes pagar os honorários contratualizados tendo mesmo formado um grupo "Eu fiz parte mas não me pagam".

 

A Casa da Memória, apresentada como um "museu-casa de encontro" da cidade de Guimarães com o indivíduo, retratando a "cidade Património da Humanidade" através de cada vimaranense, está erguida, na antiga fábrica de plásticos Pátria, mas permanece vazia.

 

O espaço acabou por ser utilizado por algumas iniciativas de Guimarães 2012, como a Contextile, mas ainda não está prevista nenhuma data para a conclusão do projeto museológico, ficando por concluir um projeto de quatro milhões de euros.

 

Também por completar está a iniciativa do projeto "Constelações", do programa associativo Tempos Cruzados. A diferença é que este tem execução assegurada para o ano de 2013. Na base desta "reprogramação" esteve o atraso das transferências de verbas dos fundos comunitários para Guimarães 2012.

 

Aliás, no dia em que se começa a festejar o fim da CEC 2012, a Fundação Cidade de Guimarães recebeu apenas cerca de 7 dos 21 milhões de euros dos fundos comunitários destinados ao evento.

 

Em falta, acusa o CENA - Sindicato dos Músicos, dos Profissionais do Espetáculo e do Audiovisual, estão também os pagamentos aos artistas, que formaram mesmo o movimento "Eu Fiz Parte mas Não me Pagam", alusão ao lema de Guimarães 2012, "Nós Fazemos Parte".

 

Os "calotes" da CEC chegaram mesmo ao Parlamento com o presidente da Fundação a assegurar que estavam "já a ser regularizados" e os artistas a acusar Serra de mentir. A verdade é que o próprio responsável pela CEC admitiu, em entrevista à Lusa, ter salários em atraso.

 

Um país foi enterrado na CEC Guimarães 2012. Portugal de seu nome. Carpideiras lamentaram a morte do "querido marido", "morto à traição". Soldados da GNR encabeçaram o cortejo lobregue e dispararam uma salva de tiros.

 

Os cartuchos foram apanhados pelo Comandante do Posto Territorial de Braga que acabou destituído por ter autorizado a participação de soldados, fardados a rigor, no enterro do país.

 

Quem passou pela CEC e tentou descarregar a aplicação Descobrir Guimarães para iphone ou android é capaz de ter tido dificuldades, uma vez que a mesma, apesar de ter sido apresentada numa conferência de imprensa, não chegou funcionou em pleno.Embora a organização diga que sim.

 

Não obstante alguns percalços, Guimarães 2012 contabilizou milhares de espectadores, centenas de exposições, dezenas de concertos e exposições, num ano único para a cidade.

 

Agência Lusa

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Quarta-feira, 10 de Outubro de 2012

O 'desenrascanço' português, e não só, explicados em Guimarães

Como é que os portugueses se imaginam a si mesmos? Como é que os portugueses pensam que os outros olham para eles? A peça de teatro "O Olhar Português", que sobe ao palco na CEC Guimarães 2012 no próximo fim de semana, vai tentar responder a estas e outras questões.

 

Descortinar algumas características do povo português, como o "desenrascanço", é o mote da peça de teatro "O Olhar Português" que sobe ao palco de Guimarães 2012 no próximo fim de semana, na Fábrica ASA.

 

De acordo com a Lusa, a peça encenada por José Carretas "lança olhar sobre a história do país" e põe várias questões em evidência: "Como é que os portugueses se imaginam a si mesmos? Como é que os portugueses pensam que os outros olham para eles? O que é que os portugueses acham dos espanhóis ou dos franceses?".

 

Ao mesmo tempo "procura repor algumas verdades, como o facto de o português ser honesto, trabalhador, mas também peneirento", mas também explicar o "chico-espertismo" e o "espírito do ‘desenrascanço’" associado aos portugueses. Quanto às mulheres, afirma o comunicado, "têm todas bigode, vestem-se de preto e passam a vida a chorar na praia".

 

"O Olhar Português" tem a produção da Panmixia e de Guimarães 2012 e interpretação de Ana Margarida Carvalho, Edi Gaspar, Élio Ferreira, Mário Santos, Ricardo Leite e Sara Paz. O espetáculo acontece na próxima sexta e sábado, 13 e 14 de outubro, no palco Black Box da Fábrica ASA.

 

SAPO Notícias/Lusa

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Segunda-feira, 27 de Agosto de 2012

Caravana artística vai ligar as duas Capitais Europeias da Cultura

Uma caravana artística com cerca de 30 pessoas vai atravessar a Europa para "estreitar laços" entre as duas Capitais Europeias da Cultura 2012, Guimarães e a cidade eslovena de Maribor, uma iniciativa integrada no projeto Spera Mundi.


A comitiva, com artistas de Portugal, China, Macau, Hong Kong e Twain, sai de Guimarães dia 03 de setembro e dia 22 irá apresentar-se a Maribor, informou hoje a Fundação Cidade de Guimarães.

 

Spera Mundi é uma iniciativa a cargo das companhias Point View art Association (Macau), da Companhia Mystérios (Brasil) e da Companhia Erva Daninha, de Portugal.

 

Segundo explica a Fundação, este é um "programa multidisciplinar" que irá seguir uma "rota internacional" com destino à Eslovénia e com paragens em Tarrega, Marselha e Liubliana.

 

Este é um projeto, define a organização de Guimarães 2012, que "responde aos desafios de representar o potencial universalista de Portugal na Europa, e estreitar os laços que unem as duas Capitais Europeias da Cultura de 2012".

 

O espetáculo inaugural do projeto, a cargo do coletivo de Macau, "Playing Landscape", terá lugar dia 01 de setembro sendo uma "performance de interação entre a expressão tradicional e contemporânea de teatro e dança" que integra ainda um trabalho de pintura e multimédia de Cindy Ng.

 

A 02 de setembro, a Companhia Erva Daninha "ocupa" o Jardim do Centro Cultural Vila Flor com o espetáculo de circo contemporâneo "Aduela".

Depois da viagem que marcará a "ponte" entre Guimarães 2012 e a Capital Europeia da Cultura Maribor 2012, Spera Mundi volta aos palcos vimaranenses com as atuações da Companhia Mystério e Novidades, no Largo da Oliveira, a 28 e 29 de setembro.

 

O trabalho apresentado será o espetáculo "Gigantes pela Própria Natureza", uma orquestra de rua sobre pernas de pau, "inspirada em músicas tradicionais indígenas, africanas e europeias".

 

Agência Lusa/SAPO Notícias

publicado por Equipa SAPO às 15:51
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Quinta-feira, 19 de Julho de 2012

Jorge Sampaio: Capital Europeia da Cultura é um sinal de esperança

Jorge Sampaio apontou a Capital Europeia da Cultura Guimarães 2012 como um "sinal de esperança" e como prova que a "vontade, talento e energia" dão a Portugal a "necessária projeção internacional".

 



No balanço de seis meses da Capital Europeia da Cultura (CEC) Guimarães 2012, o presidente do Conselho Geral da Fundação Cidade de Guimarães realçou que o evento está a mostrar que é "possível ir além do espaço" geográfico a que o país está "confinado".

 

De janeiro a julho, Guimarães 2012 desenvolveu 950 eventos, que se traduziram em 30 novos filmes, na estreia mundial de 10 novas criações musicais, 20 residências artísticas de teatro e dança, com uma assistência que ultrapassou os 300 mil participantes.

 

Segundo deu conta o presidente da Fundação Cidade de Guimarães, João Serra, já foram executados cerca de 40 por cento dos 25 milhões de euros previstos no orçamento global, que conta com um financiamento europeu de 18 milhões, "já completamente assegurado".

 

Já Sampaio destacou os "feitos" de Guimarães 2012 ao apontar que se "constataram sucessos em vários domínios", desde a nova criação, educação, formação e experimentação.

 

Impacto internacional


O ex-presidente da República ressalvou "a importância que Guimarães adquiriu no contexto nacional e internacional" e "o contributo económico e social" que o evento assumiu.

 

Sampaio destacou ainda o papel da CEC na internacionalização de Portugal avisando que "é preciso ir além do espaço geográfico do país numa altura em que é necessária projeção internacional" e que "Guimarães tem conseguido isso".

 

Exemplo desta projeção, apontou Sampaio, "é a percentagem de participantes nos eventos fora de Guimarães (50 por cento) e estrangeiros (25 por cento)". Ideia reforçada por João Serra, que referiu "a quantidade de visitantes institucionais que têm vindo à cidade", cerca de 700.

 

Financiamento garantido


Sobre a questão do financiamento, João Serra afirmou que "todas as candidaturas já estão apresentadas", 58 no total, e o "financiamento garantido", incluindo o do movimento associativo Tempos Cruzados. "Apesar da situação anormal vivida entre fevereiro e março, as contingências do passado estão ultrapassadas", assegurou.

 

Serra referia-se aos "atrasos" no pagamento dos fundos europeus através do Programa Novo Norte, consequentes da restruturação do Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN), superados pelo "regime de exceção" que o Governo reconheceu à CEC pela "importância e vitalidade do evento".

 

A Fundação chegou mesmo a ter que recorrer a empréstimos na banca tendo-se também "socorrido" da receita de bilheteira para "fazer face aos compromissos inerentes à execução da programação", segundo João Serra.

 

O presidente da Fundação garantiu, "que nada ficou por fazer ao contrário do que chegou a ser noticiado" admitindo, porém, que "foram necessários alguns ajustes".

 

Turismo aumenta


Ambos os responsáveis assinalaram que a CEC teve um "forte impacto" nos números do turismo de Guimarães, cuja taxa de ocupação por quarto passou de 47 para 62,2 por cento, em "claro contraciclo com a realidade nacional".

 

Também a venda de bilhetes do teleférico registou aumentos, na ordem dos 47 por cento, comparando com 2011, assim como o Paço dos Duques que atingiu os 220 mil visitantes nos primeiros meses de 2012, mais 40 por cento do que no ano anterior.

 

Agência Lusa/SAPO Notícias

Imagem: Almedina Mestrovac e Sara Kozlovic

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Terça-feira, 7 de Fevereiro de 2012

Capital Europeia da Cultura quase lotada na primeira semana

Os espetáculos da semana de abertura da Capital Europeia da Cultura (CEC) Guimarães 2012 registaram taxas de ocupação na ordem dos 82%. Só no dia da abertura oficial a cidade recebeu cerca de 120 mil pessoas.


 

Entre os dias 21 e 28 de janeiro, os cerca de 15 eventos realizados registaram uma taxa média de assistência na ordem dos 82%.  Foram apresentados 35 espetáculos em mais de 161 espaços, com o número de espetadores a ascender a 126 mil. Os eventos de abertura contabilizaram perto de 19 mil assistências. 

 

Além dos espetáculos dos principais espaços culturais que acolhem a programação da CEC, houve um aumento de visitas aos espaços culturais e históricos de Guimarães. O Paço dos Duques de Bragança registou um aumento significativo de visitantes (18 mil), mais cinco mil do que em janeiro de 2011. O Museu Alberto Sampaio sextuplicou o número de visitantes em relação ao mesmo período do ano passado.

 

O presidente da Fundação Guimarães 2012, João Serra, admitiu hoje em conferência de imprensa que o facto de fevereiro ser um mês "mais virado para a criação" e "menos para a exibição" pode diminuir os números positivos alcançados em janeiro. Em março, a organização espera uma maior afluência, com um maior "afluxo de manifestações culturais”, referiu João Serra.

 

O Festival Internacional de Dança Contemporânea GUIdance (1 a 11 de fevereiro) e o primeiro de oito concertos do ciclo Master.Pieces, com a participação de Pedro Burmester e do maestro Francesco La Vecchia (18 de fevereiro) são os eventos que marcam a programação deste mês.

 

SAPO Notícias

Foto: LUSA

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Quinta-feira, 2 de Fevereiro de 2012

Guimarães vai criar orquestra sub-21

Jovens músicos com idades entre os 12 e 21 anos vão poder candidatar-se, até 10 de fevereiro, para fazer parte do mais novo projeto de Guimarães 2012 - Capital Europeia da Cultura: uma orquestra sub-21.


 

Depois de ter lançado a Fundação Orquestra Estúdio, a Capital Europeia da Cultura (CEC) quer agora investir na formação de músicos nacionais com o desenvolvimento deste agrupamento sinfónico para jovens com menos de 21 anos.

 

"Integrar e potenciar o talento de jovens artistas da região vimaranense num evento cultural único é o objectivo do projecto", pode ser lido num comunicado divulgado nesta quinta-feira pela CEC.

 

A iniciativa vai ainda fomentar a criação de uma rede artística - nacional e internacional - entre escolas de ensino vocacionado, que vão ter o papel de dinamizar o projeto.

 

A orquestra, dirigida por Vítor Matos, vai ser composta por 60 elemntos. Os músicos em formação terão a oportunidade de trabalhar num quadro semi-profissional ao mesmo tempo que serão acompanhados por profissionais.

 

Para tentar embarcar neste novo projeto musical em Guimarães, os interessados devem enviar uma candidatura para info.sub21@gmail.com ou por correio para a Sociedade Musical de Guimarães.

 

Depois de audições e ensaios, a primeira apresentação desta orquestra sub-21 vai decorrer no dia 15 de abril no Grande Auditório do Centro Cultural Vila-Flor. A CEC pretende também criar uma orquestra para jovens com menos de 12 anos.

 

Ainda sem data definida, este projeto pretende contribuir para "a evolução de uma prática orquestral singular em Portugal", salientou a organização em comunicado.

 

SAPO Notícias

Foto: SXC

publicado por Equipa SAPO às 15:54
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Cultura na cidade-berço

Guimarães é Capital Europeia da Cultura durante 2012. O SAPO Notícias quer sentir o pulso à cidade-berço através de reportagens, testemunhos e curiosidades.

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Confira a programação completa da Capital Europeia da Cultura no site oficial.

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